Presidente da Ucrânia denuncia golpe de estado e garante que não vai renunciar

O presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, denunciou que a Ucrânia sofreu um “golpe de Estado”. Ele disse isso em uma entrevista a uma emissora de TV ucraniana. Yanukovich reafirmou que não pretende renunciar nem de deixar o país, como disseram os golpitstas. Ele está em Kharkov, no leste do país - próximo à Rússia -, e diz que ficará lá para governar com segurança.

 

Logo depois, a Rada Suprema (Parlamento) destituiu Yanukovich e convocou eleições presidenciais antecipadas para o dia 25 de maio. A resolução foi adotada em caráter de urgência, sem debate prévio e, além disso, foi aprovada a libertação da ex-primeira-ministra e líder opositora Yulia Tymoshenko.

 

Ele ainda afirmou que todas as decisões tomadas pelo Parlamento neste sábado (22) – inclusive a libertação imediata da líder oposicionista Yulia Tymoshenko – são ilegais. O presidente comparou a situação na Ucrânia com a tomada do poder pelos nazistas na Alemanha na década de 1930, chamando os oposicionistas de “gângsters” e dizendo que não irá negociar com eles. "Adotamos duas leis sobre anistia, demos todos os passos que estabilizariam a situação política no país. Mas passou o que se passou", disse.

 

"Estou recebendo informações que existem pessoas que estão sendo perseguidas. Eu faço todo o possível para defender o povo, para que possa comparecer ao trabalho e às escolas, e para deter o derramamento de sangue", afirmou. "Esta não é oposição, são bandidos. Na saída do Parlamento batem, lançam pedras e intimidam", denunciou.

Fonte Opera Mundi

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