Gangue de Cunha tenta intimidar advogados e testemunhas

Integrante da CPI da Petrobras, o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), pau mandado de Eduardo Cunha, apresentou dois requerimentos relativos à advogada de Júlio Camargo, ex-executivo da Toyo/Setal, que assinou termo de colaboração com a justiça e denunciou, em depoimento, que o presidente da Câmara exigiu propina de US$ 5 milhões paraliberar obras da Petrobrás. A criminalista Beatriz Catta Preta deixou a causa com medo das ameaças partidas dos comparsas de Eduardo Cunha. 

No primeiro requerimento de Pansera, foi determinado que ela fosse convocada à CPI para explicar a origem do dinheiro que recebeu como pagamento dos réus da Lava Jato. No outro, dirigido a uma juíza do Paraná, exigiu a lista de todos os clientes de criminalista. Nesta segunda (20), a criminalista comunicou ao juiz Sergio Moro que largou as defesas do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco e do ex-executivo da Toyo Setal Augusto de Mendonça. Elça informou que es´ta indo para os EUA. 

No mesmo dia, Pansera agiu contra outros personagens da operação. Pediu a quebra do sigilo de parentes do doleiro Alberto Youssef –que também citou Cunha como beneficiário do esquema – e a convocação do filho de Julio Camargo à CPI. A manobra revoltou o doleiro, que chamou Pansera de "pau mandado" do presidente da Câmara e disse que a iniciativa era uma "intimidação" por sua colaboração. Os requerimentos foram apresentados quando já se especulava que Cunha seria incluído na delação de Camargo.

Com informações da Folha

 

 

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