Estudantes exigem eleições gerais

Estudantes exigem eleições gerais
O Brasil vive uma das maiores crises de sua história! O desemprego só cresce, a educação sofre com os cortes realizado pelo governo federal e a saúde está na UTI. Em resposta a tudo isso a juventude resiste! Resiste nas ruas e nas ocupações, resiste nas universidades e nas escolas, resiste de norte a sul do país!
 
Enquanto isso o governo, os senadores e os deputados, aqueles que estão no andar de cima, brigam pra ver quem fica no poder, nós pagamos o preço da crise.
Antes de começaram a disputa pelo governo, Dilma e Temer promoveram duros ataques ao país, o povo brasileiro viveu intensamente as consequências do ajuste fiscal.As privatizações foram retomadas, o pré-sal foi entregue e manteve a maior taxa de juros do mundo. A educação foi extremamente prejudicada, com um corte de 16 bilhões, que paralisou as políticas de permanência e aumento do acesso à Universidade. Ao mesmo tempo, entregou aos bancos como pagamento da taxa de juros no ano passado 502 bilhões de reais.
 
Temer é igualmente responsável pelo desastroso governo do qual era vice presidente, não é por acaso que as medidas adotadas para seu governo atual, já são conhecidas. Começou seu governo nomeando Ministros investigados pela Lava Jato, sem nenhuma representação de negros e mulheres. Seu Ministro da Educação, Mendonça Filho, é assumidamente contra a educação pública e programas como o PROUNI.  A ideia agora é colocar teto nos gastos da educação e da saúde, que já eram insuficientes, ao invés de aumentar vão diminuir com a desvinculação.
 
O governo Temer irá manter o ajuste fiscal que tira do povo para entregar aos bancos e as multinacionais, vai realizar a reforma da previdência, tirar os irrisórios 30% de exclusividade de exploração da Petrobrás do pré-sal. Estamos caminhando rumo a um desastre econômico e político, algo ainda pior que a situação atual, somente evitável pelo fim desse governo, pela convocação de eleições, com a devolução da soberania ao povo. Fora Temer!
 
No estado de SP, os estudantes secundaristas enfrentaram uma grande batalha contra o governador Alckmin, contra seu projeto de “desorganização” da escola pública, a tentativa afetaria mais de um milhão de estudantes, que resistiram nas ocupações e venceram! Porém a luta pela defesa da escola pública ainda tem muitas pautas para avançar, desde a sua estrutura a até mesmo a falta de merenda escolar. É a escola que não ensina, não alimenta e não protege.
 
Seguindo o momento de lutas da juventude, as universidades estaduais paulistas - USP, UNESP e UNICAMP - também estão se mobilizando contra a precarização e o desmonte do ensino superior público, sendo as principais pautas a permanência estudantil e cotas. Com assembleias massivas, paralisações, greves e ocupações estão se alastrando por todo o estado, e agora, em unidade com trabalhadores e docentes, que lutam por aumento salarial.
 
O povo e os estudantes precisam de respostas imediatas. Precisamos de alternativas efetivas para sair da crise e que contemplem a voz do povo. Nesse sentido as novas eleições são a opção mais democrática para decidirmos os rumos do país.
 
Não aceitamos o governo de Temer! Por isso, chamamos todos estudantes para ir às ruas no dia 17 de junho para mostrar sua indignação com o desastre do país. Vamos colocar para fora quem não tem compromisso com o povo porque não adianta trocar seis por meia dúzia. Que o povo decida! PLEBISCITO JÁ! NOVAS ELEIÇÕES!
 
Resolução sobre conjuntura política do Congresso da UMES-SP
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