"Esquerda" entreguista da Grécia amarga último lugar nas pesquisas

A chamada “esquerda grega”, o PASOK - correspondente ao PT no Brasil -, que já foi o principal partido grego, amarga hoje o último lugar nas pesquisas para as eleições que se realizam no país no próximo dia 25 de janeiro. O partido, que ainda se considera de esquerda, adotou a política imposta pela União Europeia, de destruição da economia grega em favor dos monopólios e do capital financeiro alemão. As eleições na Grécia foram antecipadas por conta da grave crise parlamentar vivida no país e que impediu a escolha do presidente.

O Partido Syriza, que lidera as pesquisas, defende o fim do brutal arrocho, que a pretexto de ajustar nas contas públicas do país, eliminou investimentos públicos, elevou os juros, cortou direitos previdenciários e trabalhistas e deu prioridade para desviar recursos públicos para os banqueiros, na maioria estrangeiros. Lá como aqui no Brasil, o termo “ajuste” nas contas públicas foi – e está sendo - usado para tirar recursos dos trabalhadores, dos aposentados e pensionistas, da sociedade e da produção para engordar a decrépta parasitagem financeira.

O líder do Syrisa, Alexis Tsipras, comemorou o resultado das pesquisas e disse que “o futuro começou”. “Pediremos com realismo a suspensão da maior parte da dívida, que seria impossível de ser paga”, disse. Ele apresentou um programa com aumento de salários e a nacionalização de empresas de água e luz que haviam sido vendidas pelos entreguistas. O Syrisa aparece com 30,4% das intenções de votos, os entreguistas com 27% e os neoentreguistas do PASOK com míseros 3,5% de apoio.

 

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