Eduardo Alves e Vaccarezza querem afastar o povo das eleições

O deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, defendeu em pronunciamento televisivo na noite de Natal, que o voto dos brasileiros passem a ser facultativos e que não haja mais reeleição para presidente, governadores e prefeitos. “Vamos avançar na trilha das mudanças, fazendo reformas, votando medidas corajosas, que melhoram a vida dos brasileiros e fortalecem nossa democracia. São temas urgentes. Um deles é a emenda constitucional da reforma política, para discutir o fim do voto obrigatório, o financiamento das campanhas e a reeleição no Executivo”, disse o presidente da Câmara no pronunciamento.

 

A proposta enfatizada por Alves é fruto de um grupo de trabalho coordenado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). Além do voto facultativo e do fim da reeleição para o Executivo, há mudanças nos modelos de eleições proporcionais e financiamento de campanhas. O voto facultativo tem se mostrado um rotundo fracasso nos países em que foi implantado. Os índices de abstenção estão cada vez maiores nesses países.

 

Em recente eleição no Chile a ausência de eleitores foi tão grande que os dirigentes políticos daquele país estão questionando a representatividade das elições e pensando seriamente em rever a legislação. Quem apoia a proposta de afastar o povo das eleições são as correntes de direita que defendem frequentemente propostas antipopulares e antinacionais. No Brasil PMDB e PT estão se somando ao PSDB e outros partidos de direita que já defendiam o fim do mvoto obrigatório. Depois de tirarem tempo de TV de outros partidos para impedir o debate, agora queremesvaziar também as próprias eleições.

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