Dilma aumenta participação estrangeira no Banco do Brasil

Dilma aumenta participação estrangeira no Banco do Brasil

Um decreto presidencial elevou o limite permitido de participação estrangeira no capital total do Banco do Brasil. A fatia que pode ser destinada a investidores do exterior foi de 20% para 30%.

 

A informação foi divulgada por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No "Diário Oficial da União", o texto diz que "é do interesse do governo brasileiro a participação estrangeira" até esse total. Por volta das 10h30, as ação ordinárias do banco subiam 1,12%, a R$ 28,74 na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Segundo o documento assinado pela presidente Dilma Rousseff, o Banco Central tomará as providências necessárias para executar essa decisão. O decreto entra em vigor a partir desta sexta-feira.

Na abertura do pregão, as ações ordinárias do Banco do Brasil subiam na abertura do pregão, após o governo elevar o limite de participação estrangeira no banco de 20% para 30%.

O informe divulgado pelo banco, assinado pelo vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores, Ivan de Souza Monteiro, não dá mais detalhes sobre a composição atual do capital da instituição.

O texto publicado no Diário Oficial da União diz que a medida "é do interesse do governo brasileiro a participação estrangeira de até 30% no capital ordinário do Banco do Brasil".

Segundo dados disponíveis na BM&FBovespa, a composição atual do capital social do Banco do Brasil é formado pelas seguintes bases: Secretaria do Tesouro Nacional (50,73% das ações); Caixa FI Garantia Construção Naval (3,69%); Fundo Fiscal de Inv. e Estabilização, (3,86%); Fundo Garantidor Para Investimentos (0,26%); Caixa de Previdência Dos Funcionários Do Banco Do Brasil (10,38%); BB Fgeduc - Fundo de Investimento Multimercado (0,22%) e BB FGO - Fundo de Investimento em Ações (0,33%). A quantidade de papéis do banco em livre circulação no mercado é estimada em 29,82% e em Tesouraria (0,70%).

Em setembro de 2009, o banco havia informado a elevação do limite de 12,5% para 20%, na mesma ocasião em que foi autorizada pelo governo a emissão de American Depositary Receipts (ADRs) da instituição financeira.

A emissão dos recibos de ações negociados no mercado americano ocorreu em dezembro de 2009, quando o banco informou que a iniciativa permitiria a diversificação da base acionária e o aumento da liquidez da ações.

Fonte O Globo

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