Defesa de Renato Duque anuncia acordo de colaboração com o MPF

O ex-diretor de Serviços da Petrobrás, Renato Duque, cuja indicação à estatal é atribuída ao PT, decidiu oficialmente a negociar um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal. Ele está preso desde março numa penitenciária comum no Paraná. O ex-diretor contratou um escritório de advocacia e começou oficialmente, nesta sexta, a negociar um acordo de delação premiada.

 

O advogado Marlus Arns, responsável pelas defesas dos ex-executivos da Camargo Corrêa, Eduardo Leite e Dalton Avancini, afirmou nesta sexta-feira (31), que o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque pretende fazer um acordo de delação premiada. Arns disse que foi contratado para negociar com o Ministério Público Federal os termos que podem beneficiar Duque.

 

Duque responde a vários processos derivados da Operação Lava Jato. O mais recente foi aceito pela Justiça Federal nesta sexta-feira (31). Junto com o empresários Júlio Camargo e João Antônio Bernardi, o ex-diretor da Petrobras vai responder por crimes como corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

 

Segundo um dos colaboradores da Lava Jato, Pedro Barusco, Duque chefiava um dos grupos que fraudava licitações da estatal. Parte do dinheiro ficava com os envolvidos no esquema e outra parte era destinada a partidos da base aliada do governo. No caso da área dele, as propinas, segundo os delatores já ouvidos, iam diretamente para o PT, sem divisão entre outras legendas. o partido tem negado as irregularidades.

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