CTB: No Dia Nacional de Lutas, classe trabalhadora protesta de ponta a ponta do país

CTB: No Dia Nacional de Lutas, classe trabalhadora protesta de ponta a ponta do país
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Convocados pelas centrais sindicais e movimentos sociais trabalhadores e trabalhadoras realizam nesta quinta-feira por todo o Brasil inúmeros atos, manifestações e caminhadas no Dia Nacional de Lutas com greves e Mobilizações.

Dentre as bandeiras levadas para as ruas estão as reivindicações pelo fim do fator previdenciário, a redução da jornada para 40h semanais (30h para a saúde), reforma agrária, o combate à terceirização, entre outras. Todas elas contidas na Agenda da Classe Trabalhadora, aclamada na 2ª Conclat (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora), em junho de 2010.

Em todos os estados, a CTB unificou forças com as demais centrais sindicais, estudantes, trabalhadores sem terra, e o movimento social em geral,  para mostrar ao governo federal que os trabalhadores querem avançar em um projeto progressista, que defenda a valorização do trabalho, a soberania da nação e a distribuição de renda.

Sudeste

Em São Paulo, logo no início da manhã os trabalhadores fecharam a ponte Octávio Frias de Oliveira Santos. De lá, seguiram rumo à  Avenida Paulista, onde a partir da 12h começou a concentração para o grande ato. Com camisetas, bonés, bandeiras, faixas e cartazes os manifestantes pedem que o Congresso Nacional coloque na pauta de votação Projeto de lei que tramitam na casa há anos. O ato, que conta com a participação de servidores públicos, professores, metalúrgicos, motoboys, metroviários, marceneiros, trabalhadores dos Correios, do saneamento, bancários, entre outros.

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Os Sindicatos filiados à CTB também promovem atividades em Sorocaba e Jundiaí, desde a manhã desta quinta.

Em Sorocaba, desde as 3h os sindicalistas estão concentrados no Parque das Águas, local que dá acesso à várias indústrias de grande porte da cidade. Às 8h, o grupo fará uma assembleia para decidir os rumos da manifestação durante o dia. A previsão é de que os manifestantes saiam em passeata até o Centro da cidade para se juntar ao Sindicato dos Bancários. O dia de protestos em Sorocaba deverá seguir até às 17h, quando haverá um ato na Praça Coronel Fernando Prestes com todas as centrais sindicais e grupos sociais.

Em Jundiaí, representantes de 14 sindicatos posicionaram veículos nas portas das empresas do Distrito Industrial. Os funcionários que chegam para trabalhar são convidados a descer dos ônibus e se juntarem aos sindicalistas. Pelo menos 1.500 pessoas estão reunidas. Muitos ônibus retornaram com os trabalhadores das portas das empresas.

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No Rio de Janeiro as manifestações têm caráter pacífico e tiveram seu maior foco nas rodovias. Na Rodovia BR 493, no acesso ao Trevo da Nuclep, em Itaguaí, cerca de mil manifestantes ocuparam os dois lados da pista para reivindicar mudanças. Eles atearam fogo em pneus e pedaços de pau em frente à sede da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), estatal que fabrica cascos de submarino e equipamentos para plataformas de petróleo e para usinas nucleares.

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Em Benfica, na Zona Norte do Rio, representantes do Sindicato dos Correios continuam na frente do Centro de Operações Postais e tentam impedir a circulação dos caminhões da empresa. Na porta da prefeitura, aumenta o número de grupos sindicais acampados desde a quarta-feira(10). Eles vão sair do local às 15h, em direção a Candelária, onde acontecerá o grande ato de protesto.

Os trabalhadores dos Correios, organizados pelo Sintect-RJ, participam da mobilização no complexo de Benfica. Os trabalhadores ecetistas decidiram em assembleia a paralisação de 24 horas e unifcaram suas bandeiras com as bandeiras nacionais do Dia Nacional de Lutas.

Na região metropolitana do Espírito Santo, motoristas e cobradores aderiram a luta. Trabalhadores de 38 sindicatos paralisaram vias da região central da capital e de outras cidades. Pela manhã, começa um protesto na UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), seguido por uma passeata.

Em Vila Velha trabalhadores fecham a estrada de Capuaba e, assim, interditam o acesso aos três terminais da região: Capuaba, CPVV (Companhia Portuária de Vila Velha) e o TVV (Terminal Portuário de Vila Velha). Em Aracruz, trabalhadores também participam de piquete na entrada de Portocel.

Às 10h, todas as centrais sindicais se reunirão em frente ao Palácio Anchieta, sede do governo do estado, no Centro de Vitória, para entregar ao governador Renato Casagrande um documento com todas as reivindicações da sociedade capixaba. Representando os portuários capixabas, o vice-presidente da CTB-ES e presidente do Sindicato dos Arrumadores ES, Josué King Ferreira.

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Em Minas Gerais, as manifestações estão mobilizando os sindicatos filiados às centrais de todas as categorias, nas principais cidades-pólo do Estado. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a grande manifestação será na Praça Sete, na Capital, a partir das 8h.

Em Belo Horizonte, o metrô está parado desde 1h. Escolas públicas, agências bancárias, hospitais e postos de saúde e parte do comércio também podem não funcionar hoje na capital mineira, no interior de Minas e nas principais cidades do país.

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No meio da manhã desta quinta-feira, em Contagem, região metropolitana de Minas Gerais, a praça Sete foi tomada, na manhã desta quinta-feira (11), por manifestantes que aderiram ao Dia Nacional de Mobilização e Greve. Cerca de mil trabalhadores e trabalhadoras, segundo informações da PM, fecharam a Afonso Pena, nos dois sentidos. A intenção dos participantes do protesto é realizar uma passeata percorrendo os seguintes pontos: PBH, Palácio da Liberdade, Assembleia Legislativa, Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e Rede Globo. Os participantes do movimento expõe cartazes e faixas com suas demandas.

Centro-oeste

No Distrito Federal, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou a sede nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para exigir a retomada da reforma agrária. Para o MST, é preciso assentar 150 mil famílias acampadas, com a concessão de novos créditos. Também houve um protesto na Catedral de Brasília, seguido de passeata até o Congresso Nacional. Outro protesto começará às 15h no Museu da República.

Ainda no Distrito Federal, a CTB participa em parceria com o Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde e Agentes Comunitários de Saúde (Sindvacs) e as demais centrais de uma caminhada, a partir das 15h, do Palácio do Buriti, até o Museu Nacional.

Em Goiânia, cerca de mil pessoas, estão reunidas na Praça do Bandeirante, no centro. A Avenida Goiás, principal da cidade, foi ocupada por manifestantes. Um grupo de 200 pessoas ocupou a sede da reitoria da Universidade Estadual de Goiás (UEG), em Anápolis.

Os servidores municipais e estaduais da saúde e trabalhadores ligados às centrais sindicais fazem protesto na praça do Bandeirante. Haverá passeata pela Avenida Goiás, praça Cívica (Palácio do Governo) avenidas Araguaia, Anhanguera e encerramento na avenida Tocantins, em frente teatro Goiânia.

Trabalhadores rurais, agricultores, camponeses fazem protestos em várias regiões do Estado, com trancamento de rodovias, como a BR-153.

Norte e Nordeste 

Na Bahia as rodovias BA-99 e BR-324 estão tomadas pelos trabalhadores. Durante a madrugada os rodoviários fizeram uma paralização interrompendo os serviços até às 8h. Em Salvador, os rodoviários aderiram ao Dia Nacional de Luta, que mobiliza diversas categorias pelo País. O movimento acontece em todas as garagens dos coletivos. O movimento foi encerrado às 8 horas e o transporte público normalizado gradativamente.

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Entre as rodovias estaduais, há bloqueios na BA-535 e BA-526, que ligam Salvador ao Pólo Industrial de Camaçari, na região metropolitana, na BA-093, em Simões Filho, e na BA-099, que dá acesso ao litoral norte do Estado e a Sergipe. Outras manifestações, como na BA 522, não bloqueiam o tráfego. Estão sendo aguardadas, ainda hoje, manifestações na BR-101, que atravessa o Estado no sentido norte-sul, e na BR-242, no oeste baiano.

Na Bahia, a manifestação central, convocada pelas centrais, saiu do Campo Grande, na capital Salvador, às 11h, rumo à Praça Municipal. Participam diversas categorias e seus sindicatos, Bancários, Aplb- Sindicato, Comerciários, entre outras.

Por volta das 14h30, os manifestantes que saíram do Campo Grande sentido Praça Municipal começam a deixar o loca sob chuva forte. O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinpojud) também aderiu ao Dia Nacional de Lutas. Eles integram a manifestação que saiu do Campo Grande, sentido Praça Municipal.

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Servidores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) participam do Dia Nacional de Lutas e seguem em direção à Praça Municipal. Eles irão se reunir com outros manifestantes que já chegaram ao local. 

Em Pernambuco, os protestos se concentram em Recife,  no complexo industrial portuário de Suape, sendo que algumas vias federais foram ocupadas por manifestantes. A BR-232 está bloqueada no km 143 em frente a um assentamento do MST. Outras vias, como a BR-116, BR-428, BR-194 e BR-101, também estão ocupadas em alguns trechos.  Atualmente estão fechados os dois sentidos da BR-428, na altura do Km 94, em Santa Maria da Boa Vista, e a BR-423, no KM 168, em Águas Belas.

Sobre as ações em rodovias que cortam o estado de Pernambuco, há pouco, foi liberada a interdição em São Caetano, município próximo a Caruaru, e em Belém do São Francisco, a 486 quilômetros de Recife.

Os protestos ganharam força em Fortaleza, onde motoristas e cobradores bloquearam entradas e saídas de terminais de ônibus e manifestantes ocuparam avenidas de grande fluxo da cidade. Operários da construção civil, servidores públicos e funcionários de indústrias de castanhas também aderiram à paralisação.

Na Paraíba, ocorre a paralisação de urbanitário, trabalhadores da construção civil e servidores da UFPB (Universidade Federal da Paraíba), inclusive do hospital universitário, em João Pessoa. Também haverá protesto às 14h no parque Solon de Lucena, seguido de caminhada até o Palácio do Governo, em João Pessoa. Em Campina Grande, manifestação programada para ocorrer na Avenida Floriano Peixoto. Às 14h, outro protesto, na Praça da Bandeira.

Em Pernambuco, está prevista uma passeata que sairá da Praça do Derby em direção ao Pátio do Carmo, no centro de Recife, onde às 14h, começará um ato público.

O Amazonas também foi tomado por atos convocados pelas centrais sindicais. Ao todo, quatro avenidas foram bloqueadas durante a manhã. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas (Sindmetal), todos os 115 mil trabalhadores do PIM foram convocados para participarem da mobilização, o que preocupa a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) em virtude da possibilidade de queda de atividades industriais no polo.

Outro ponto bloqueado foi a entrada principal da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Professores, estudantes e integrantes da área administrativa da universidade aderiram ao protesto e pediram a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, melhores condições de trabalho, além do fim do fator previdenciário e das privatizações.

Mais de 200 professores da rede municipal fizeram um ato em frente à sede da Prefeitura de Manaus para entregar um documento ao prefeito Arthur Virgílio (PSDB) com o objetivo de apresentar a pauta de reivindicações da categoria. Segundo as previsões dos organizadores, os protestos devem terminar, à tarde, nas Avenidas Eduardo Ribeirão e Sete de Setembro.

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No Pará, cerca de 1500 manifestantes, entre representantes de centrais sindicais e movimentos sociais saíram em passeata, em Belém, ao longo de toda a manhã. Antes da passeata, representantes das oito centrais sindicais presentes na manifestação se reuniram por mais de uma hora com o prefeito Zenaldo Coutinho. Na ocasião, eles entregaram uma carta com reivindicações nacionais e regionais dos trabalhadores. Após ouvir os sindicalistas, o prefeito se comprometeu a responder as solicitações no próximo dia 26 de julho.

Durante a passeata, vários movimentos sociais se uniram ao grupo. Com cartazes e apitos, médicos, estudantes, trabalhadores em geral reivindicaram melhorias na saúde, educação, saneamento e segurança.

No estado do Piauí, cerca de 500 trabalhadores e acampados do MST realizaram o trancamento da BR 343, no Piauí. Os trabalhadores rurais irão se juntar aos trabalhadores urbanos em ato na capital Teresina. “Aqui no Piauí temos de fato fazer uma paralisação geral, tanto dos trabalhadores rurais como dos urbanos. Vamos contar inclusive com a presença de trabalhadores do setor rodoviários e ferroviário, que decidiram entrar em greve, no nosso ato”, afirma Iristhelia Carvalho, da coordenação nacional do MST.

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As ações são parte do dia nacional de lutas, organizado por centrais sindicais e movimentos sociais para exigir pautas centrais dessas organizações, como 10% do PIB para investimentos em educação e saúde, redução da jornada de trabalho, democratização dos meios de comunicação e Reforma Agrária. 

Em Alagoas, os trabalhadores tomaram a BR-104. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou que foram interditadas as rodovias BR-101, nas alturas de Joaquim Gomes, Flexeiras, Messias, Novo Lino e Propriá. A BR-104 foi bloqueada no município de Murici. A BR-316 está bloqueada em Atalaia. Já no Sertão, manifestantes fecharam a BR-423 na cidade de Delmiro Gouveia.

Em Maceió, integrantes do Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos do Estado de Alagoas (Sindpetro) ocupam a Avenida Assis Chauteabriand, no bairro do Pontal da Barra, um ato de conscientização em frente à sede da Braskem, deixando o trânsito lento no local. Por conta da mobilização, nenhum funcionário teve acesso à fábrica nesta manhã.

Ainda na tarde desta quinta, os trabalhadores alagoanos pretendem se juntar aos demais sindicatos no grande ato marcado para acontecer nas ruas da capital, com concentração na Praça Centenário.

No Sergipe, mais de três mil integrantes do MST realizaram atos nas principais estradas. A principal reivindicação é a reforma agrária. Na manhã desta quinta-feira foram fechados trechos das rodovias nas cidades de Carmópolis, Japaratuba, Propriá, Carira e Malhada dos Bois.

Da parte do Movimento “Não Pago”, cerca de 200 pessoas se reuniram para apoiar movimentos de moradia popular e transporte público, além de apoiar as reivindicações nacionais. O grupo se posicionou no início da manhã em frente à sede da Petrobras, na Rua Acre, no Bairro Castelo Branco, onde petroleiros se manifestavam. Após este primeiro momento, eles seguiram para a Prefeitura de Aracaju. Em frente ao prédio, eles atearam fogo em um boneco, que representava o prefeito João Alves Filho, contra o silêncio do gestor diante das questões que envolvem o transporte público.

No Centro da capital, algumas lojas fecharam as portas, mas devem reabrir ainda hoje. Há informações, não oficiais, que dão conta de uma tentativa das centrais sindicais em paralisar o transporte público. Às 14h, os grupos se reunirão na Praça Fausto Cardoso, para realização de uma caminhada.

Sul

No Rio Grande do Sul, a circulação de ônibus intermunicipais na região metropolitana de Porto Alegre foi paralisada. Já os coletivos municipais irão funcionar com 50% da capacidade nos horários de pico e 30% no restante do dia, conforme determinado pela Justiça. Os trens não devem funcionar entre 5h30 e 8h30 e 17h30 e 20h30.

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Trabalhadores de escolas públicas e particulares e universidades foram convocados a aderir à paralisação, assim como funcionários de bancos e comércios – bancos dizem que vão abrir; Sindilojas orienta comerciantes aabrirem seus estabelecimentos.

Porto Alegre será palco de quatro passeatas com pontos de concentração distintos: avenida Farrapos (terminal Cairú), terminal Princesa Isabel (avenida João Pessoa), rodoviária municipal e viaduto

Metalúrgicos programaram paralisações em Rio Grande, Caxias do Sul (onde haverá um ato na Praça Dante Aligheri) e diversas cidades da região metropolitana de Porto Alegre. Trabalhadores do porto de Rio Grande devem paralisar.

No Paraná, há a possibilidade de paralisação dos ônibus municipais de Curitiba entre 15h e 19h desta quinta-feira. Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, deve paralisar por 24 horas. Estivadores de Paranaguá e Antonina paralisam entre 7h do dia 11 até 7h do dia 12. Metalúrgicos de montadoras, professores e frentistas podem parar.

Também haverá paralisação de professores e técnico-administrativos da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e profissionais do Hospital das Clinicas de Curitiba. Operários da Kraft, Bosch, CNH, Volvo, WHB, Perfecta, Seccional, Cabs, Maflow, Arotubi, Haas do Brasil, Volkswagen, Renault, Brafer e PK Cables também devem paralisar.

Haverá protestos em Curitiba às 16h, na praça Rui Barbosa, e bloqueios na BR-277 e 376 durante a manhã. Manifestações também estão programadas nas cidades de Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Ponta Grossa, Francisco Beltrão e Paranaguá.

Em Santa Catarina, os funcionários de escolas, creches, postos de saúde municipais e da coleta de lixo de Florianópolis devem paralisar. Haverá protestos em Criciúma, Chapecó, Itajaí, onde estão previstos atos na BR-101 e na SC-470 a partir de 13h. A BR-101 também deve ser fechada no trevo de Criciúma, à tarde, e na ponta de Laguna. A BR-116 deve ser bloqueada em Correia Pinto, na Serra Catarinense. Estão programados dois atos públicos em Florianópolis.

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