Centrais Sindicais acertam preparativos finais para o Dia Nacional de Mobilização e de Paralisação de 30 de agosto

As Centrais Sindicais se reuniram na segunda-feira (19), em São Paulo, para acertar os preparativos finais para o Dia Nacional de Mobilização e de Paralisação do dia 30 de agosto. Os dirigentes sindicais avaliaram que o movimento sindical vive um momento de avanço porque após as manifestações e paralisações do dia 11 de julho foram conquistadas três importantes vitórias: a Câmara dos Deputados garantindo a destinação de 50% de todo o fundo social do pré-sal para Educação e Saúde; o adiamento da votação do PL 4.330, sobre terceirização, por 30 dias; e o governo retomando a mesa de negociação com as Centrais no dia 21 de agosto.

O secretário-geral da CGTB, Carlos Alberto Pereira, falou que "o dia 11 de julho foi muito importante. Mobilizamos vários setores e divulgamos nossa pauta para o todo o povo brasileiro. Estamos vivendo reflexos dessa mobilização e obtendo avanços e vitórias de pontos que estão nas nossas reivindicações".

"Fizemos várias mobilizações convocando para o dia 30 de agosto e ficamos muito impressionados com a receptividade da população. O Jornal do Trabalhador, que é o informativo feito em conjunto pelas Centrais, está fazendo um grande sucesso. É um dos melhores materiais que já produzimos. Passa uma força e uma unidade muito grande", disse Pereira.

"Estamos enfrentando as dificuldades diante de um governo de disputa em que muitas vezes os interlocutores vão se alternando. Daí a importância da pressão conjunta, da unidade de ação do movimento sindical para impedir retrocessos e ampliar conquistas", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas, para quem "o próximo dia 30 se soma ao ato vitorioso do dia 11 de junho, são manifestações para alterar o jogo".

Para o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), "o dia 11 de julho foi positivo para o movimento sindical. Apresentamos uma pauta unitária, tivemos uma ação unitária com todas as Centrais e foi uma atividade nacional. Isso foi um marco para nós. Já estamos avançando nas negociações. Nesse momento terceirização e fator previdenciário são pontos que se destacam, sem esquecer as demais pautas".

De acordo com o secretário-geral da CTB, Pascoal Carneiro, "se não fosse às mobilizações e paralisações do dia 11 de julho a Câmara já tinha votado o substitutivo do deputado Artur Maia do PL 4330. O que deu força para o dia 11 de julho foi a nossa unidade e construímos um movimento importantíssimo".

Ficou definido que as Centrais nos estados deliberarão onde serão realizadas as mobilizações e paralisações em cada região.

Fonte CGTB

 

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