Centrais realizam na terça-feira (6) manifestações contra o PL 4330, o leilão de Libra e por 50% do Fundo Social do pré-sal para educação

As Centrais realizarão terça-feira (6) manifestações contra o Projeto de Lei da Terceirização, contra o leilão do pré-sal no campo de Libra durante realização de audiência pública da ANP e pela aprovação dos royalties do pré-sal para a educação de acordo com o PL aprovado na Câmara dos Deputados, que define que 50% da totalidade do Fundo Social do Pré-sal sejam investidos em Educação, não só os rendimentos financeiros do fundo como defendido pelo governo. Os temas estão na Pauta dos Trabalhadores entregue a presidente Dilma Rousseff.

Em São Paulo, às 10 horas, em frente à sede da Fiesp, na Avenida Paulista, as Centrais promoverão uma manifestação contra o Projeto de Lei nº 4330. De acordo com os sindicalistas, o PL 4330 permite a proliferação ainda maior da terceirização e não assegura os direitos trabalhistas, representando mais precarização das condições de trabalho.

No Rio de Janeiro, a manifestação das Centrais contra o PL 4330 será às 15 horas, na Firjan. No Rio Grande do Sul, serão realizados atos contra a terceirização desenfreada em frente às sedes das principais entidades patronais do estado, no período da manhã.

Na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, às 15 horas, as Centrais e as entidades dos movimentos sociais farão um ato contra a entrega do campo de Libra do pré-sal durante audiência publica promovida pela ANP.

As entidades têm denunciado que não tem motivo para leiloar ao cartel estrangeiro o campo de Libra, não só o maior campo do mundo, mas da História, com 8 a 12 bilhões de barris de petróleo recuperáveis.

Em Brasília, as Centrais, os estudantes e os movimentos sociais se manifestarão em defesa do texto substitutivo ao PL 323/2007, do deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), que trata sobre a destinação dos recursos oriundos dos royalties do petróleo do pré-sal para a Educação (75%) e Saúde (25%).

Com a relatoria do deputado André Figueiredo, a Câmara dos Deputados aprovou texto substitutivo no qual definia que não só os rendimentos financeiros do Fundo Social do Pré-sal, como defendido pelo governo, mas que 50% da totalidade do fundo fossem investidos em Educação. Em valores, isso significou R$ 210 bilhões para a Educação nos próximos 10 anos, ante cerca de R$ 25,8 bilhões defendido pelo governo.

Fonte CGTB

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