Bandos fascistas se degladiam na Ucrânia

Militantes de extrema-direita protestam contra ministro da Ucrânia. Eles queriam saída de ministro do interior após morte de partidário. Arsen Avakov foi nomeado pelos golpistas, mas teria deixado que policiais matassem o chefe do bando  

 

 

Membros da direita nacionalista bloqueiam o edifício do parlamento em Kiev, Ucrânia. Ativistas exigem a renúncia do ministro do Interior, após o recente assassinato de um membro do partido durante uma operação policial para detê-lo (Foto: Efrem Lukatsky/AP)

Membros da direita nacionalista bloqueiam o edifício do parlamento em Kiev, Ucrânia (Foto: Efrem Lukatsky/AP)

 

Mil integrantes do movimento nacionalista paramilitar ucraniano Pravy Sektor participaram de um protesto na noite desta quinta-feira (27) em Kiev para exigir a renúncia do ministro do Interior, após a morte de um de seus líderes durante um confronto com a polícia.

Agitando bandeiras pretas e vermelhas do movimento, que esteve entre os principais da onda de contestação dos últimos meses, os manifestantes se concentraram nas imediações do Parlamento, no centro da capital ucraniana, exigindo a destituição do ministro Arsen Avakov, nomeado pelas autoridades de transição pró-europeias no poder depois da queda do presidente Viktor Yanukovich.

Alguns chegaram a quebrar janelas do prédio, ameaçando invadir o local. Depois que a calma foi retomada, eles prometeram voltar na manhã de sexta para a abertura da sessão parlamentar.

O Pravy Sektor (Setor da Direita), movimento de extrema-direita, foi transformado em partido político no sábado passado, incluindo outras formações nacionalistas, e seu líder Dmytro Iaroch pretende se candidatar às eleições presidenciais antecipadas de 25 de maio.

O partido exige a renúncia do ministro do Interior desde a morte de Olexander Muzitchko, conhecido como Sachko Bily (Sachko o Branco), líder do Pravy Sektor na Ucrânia ocidental, em uma troca de tiros com policiais que tentavam detê-lo em Rivne.

As forças de segurança indicaram que Muzitchko era procurado por ligações com o crime organizado.

Fonte G1

Foto France Presse

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