Amorim divulga nota esclarecendo que Defesa não foi consultada na operação clandestina na Bolívia

O Ministério da defesa divulgou nota nesta terça-feira para esclarecer a participação de dois fuzileiros navais na viagem que transportou o senador boliviano Roger Pinto Molina de La Paz para o território brasileiro, no último fim de semana. No documento, a pasta informa que nenhuma autoridade da Defesa foi consultada ou informada da viagem antes da chegada de Pinto Molina ao Brasil.

Segundo o ministério, os militares participaram da viagem após serem convocados pelo encarregado de negócios da embaixada brasileira em La Paz, Eduardo Saboia. A nota esclarece também que a participação dos fuzileiros "teve o objetivo exclusivo de garantir a segurança do diplomata brasileiro".

A pasta informou ainda que os três adidos militares na Bolívia encontravam-se fora de La Paz porque estavam participando de evento oficial do Exército boliviano, na cidade de Cochabamba. "Os adidos afirmaram que em momento algum foram informados da ação de deslocamento do senador boliviano para o Brasil. Dessa forma, nenhuma autoridade brasileira, no âmbito do Ministério da Defesa, foi consultada ou tomou conhecimento da viagem antes de o senador Roger Pinto ter ingressado em território brasileiro", conclui o texto.

 

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