AMARCORD

AMARCORD

 

30/03/2013
AMARCORD
Federico Fellini (1973), com Pupella Magio, Armando Brancia, Magali Noël, ITÁLIA,
127 min.
 
Sinopse
Ambientado na pequena Rimini, cidade natal de Fellini, durante os anos 30,
“Amarcord” (mi ricordo) desfia lembranças, vistas pelos olhos do menino Titta, sobre
a família, a igreja, as amizades, o amor, o sexo, os sonhos, o fascismo e o cinema.
Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (1975); Davi di Donatello, na categoria Melhor
Filme (1974); Prêmio Bodil (Associação de Críticos de Cinema de Copenhague) de
Melhor Filme Europeu (1975); Prêmio do Sindicato Francês dos Críticos de Cinema,
na categoria Melhor Filme Estrangeiro (1975).
 
Direção: Federico Fellini (1920-93)
Nascido e criado em Rimini, região da Emilia-Romagna, Fellini se mudou para
Roma, em 1939, e começou a ganhar a vida escrevendo e desenhando caricaturas
na revista semanal Marc’Aurelio - vários desses textos foram adaptados para uma
série de programas de rádio sobre os recém-casados “Cico e Paullina”. Estreou no
cinema, em 1942, redigindo histórias para o comediante Aldo Fabrizzi. Em 1943,
casou-se com a atriz Giulietta Masina - vencedora no Festival de Cannes por sua
participação em “Noites de Cabíria”, filme dirigido pelo próprio Fellini em 1957. A partir
de 1945, colaborou intensamente como roteirista com três dos principais criadores do
movimento neorrealista (Roberto Rosselini, Alberto Lattuada, Pietro Germi), antes de
desenvolver um estilo alegórico e barroco que se tornou sua marca registrada.
Fellini participou da elaboração de 51 roteiros e dirigiu 25 filmes, entre os quais “Os
Boas Vidas” (1953), “Estrada da Vida” (1954), “Noites de Cabíria” (1957), “A Doce
Vida” (1960), “8 ½” (1963), “Amarcord” (1973), “Ensaio de Orquestra” (1978).
 
Argumento Original: Federico Fellini (1920-93), Tonino Guerra (1920-2012)
Antonio Guerra nasceu em Santarcangelo di Romagna, foi poeta, escritor e roteirista.
Durante a 2ª. Guerra Mundial esteve preso num campo de concentração. Escreveu
seu primeiro roteiro, em 1954, para “Nasce un Campione”, do diretor Elio Petri, com
o qual colaborou em outras realizações, inclusive “Os Dias São Contados” (1962).
Seu nome está presente nos créditos de mais de 100 filmes realizados por diretores
de estilos diversos, italianos ou não, como “Vidas Vazias” (Damiano Damiani, 1963),
“Blow Up” (Michelangelo Antonioni, 1966), “Os Girassóis da Rússia” (Vittorio De
Sica, 1970), “Caso Mattei” e “Cadáveres Ilustres” (Francesco Rosi, 1972 e 1976),
“Amarcord” (Federico Fellini, 1974), “A Noite de São Lourenço” (Irmãos Taviani, 1982),
“Nostalgia” (Andrei Tarkovsky, 1983), “O Apicultor” e “Paisagem na Neblina” (Theo
Angelopolus, 1986 e 1988), “Estamos Todos Bem” (Giuseppe Tornatore, 1990).
 
Música Original: Nino Rota (1911-79)
Giovani Rota Rinaldi é natural de Milão. Formou-se em regência e composição na
Accademia Nazionale di Santa Cecilia – Roma. De 1930 a 1932, cursou o Institute
of Philadelphia, nos EUA. Compôs óperas, balés, trabalhos para orquestra e música
para teatro, foi diretor do Conservatório de Bari (1950-79) e escreveu a trilha de mais
de 150 filmes. Sua parceria com Fellini se estendeu a todas as obras realizadas
pelo diretor. Compôs também para Mario Monicelli (“Um Herói do Nosso Tempo”, “A
Grande Guerra”, 1955 e 1959), King Vidor (“Guerra e Paz”, 1956), Mauro Bolognini
(“Jovens Maridos”, 1958), Luchino Visconti (“Rocco e Seus Irmãos”, “O Leopardo”,
1960 e 1964), René Clement (“O Sol Por Testemunha”, 1960), Franco Zeffirelli (“A
Megera Domada”, “Romeu e Julieta”, 1967 e 1968), Sergei Bondarchuk (“Waterloo”,
1970), Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão 1 e 2”, 1972 e 1974).
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