Aécio homenageia seu colega Silvério dos Reis


Nesta segunda-feira, 21 de abril, o povo mineiro foi afastado da praça pública de Ouro Preto, em Minas Gerais, para ali se consumar uma solenidade que encheria de vergonha o nosso grande herói, o camarada Tiradentes. Uma “solenidade” em que a figura principal seria nada menos do que um discípulo direto do traidor e vendilhão Silvério dos Reis. O arrivista Aécio Neves, defensor, como Silvério, da entrega do país aos monopólios estrangeiros e porta-voz do que há de mais reacionário, corrupto e hipócrita no Brasil, foi o orador oficial da encenação. 

Em lugar do povo, o que se via na praça eram centenas de PMs, destacados para fazer o isolamento e reprimir a população. Manifestantes foram impedidos de chegar ao local onde o arremedo de “festividade” foi realizado. Em tudo o ato fazia lembrar o dia do enforcamento do alferes, com suas “comemorações oficiais” apinhadas de apoiadores do governo para aplaudir a “pseudo vitória” sobre os inconfidentes de hoje e de ontem. 

Como naquela época, várias barreiras foram montadas em diversos pontos de Ouro Preto, impedindo o acesso de carros e pessoas ao Centro Histórico. Apenas grupos de militantes governistas tucanos puderam acompanhar de perto a encenação. Aécio, depois de respirar fundo e molhar bem a garganta, fez um discurso enfadonho defendendo mais submissão aos gringos e mais entrega de nossas riquezas aos estrangeiros.
 
Sérgio Cruz
 
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