A atuação criminosa dos EUA na Venezuela e Ucrânia

       
  
 

Washington, 2 mar (Prensa Latina) As ações de desestabilização na Ucrânia e Venezuela respondem a campanhas de subversão promovidas pelos Estados Unidos, com o objetivo de instalar nesses países governos inclinados aos seus interesses, denunciou o site Workers World.

No caso do país europeu, a queda do governo do presidente Víktor Yanukovich e a assunção de um gabinete pró-ocidente busca colocar a OTAN, o Pentágono e Wall Street muito próximo da Rússia, comenta em um artigo o jornalista Fred Goldstein.

A classe dominante norte-americana não oculta suas intenções de debilitar a Rússia e devolvê-la à situação semi-colonial que mostrava após o colapso da União Soviética, quando Boris Yeltsin era presidente, acrescenta.

Por sua vez, derrocar o governo legítimo do presidente Nicolás Maduro e a Revolução Bolivariana, permitiria à administração estadunidense liquidar um suporte do conjunto de países que em América Latina resistem a dominação imperialista, como Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, entre outros, destaca.

O autor do livro O capitalismo em um beco sem saída, detalha que a insurreição que levou o governo de Yanukovich ao fracasso e a instalação de políticos pró-ocidentais, conforma uma estratégia dos Estados Unidos e da União Européia para tentar colonizar as antigas repúblicas soviéticas e rodear a Rússia como parte de uma nova Guerra Fria.

O presidente, refugiado na Rússia depois de sua destituição pelo Parlamento, foi vítima de uma combinação de intriga política ilegal por partidos pró-imperialistas, semanas de manifestações da extrema direita e ameaças e ações violentas de grupos fascistas estimulados e financiados do exterior, explica.

As forças de direita que agora prevalecem em Kiev, preferem colocar a Ucrânia na posição de um escravo ao aceitar as pré-condições para um empréstimo ditadas por Washington, Bruxelas e o FMI, ao invés da ajuda de emergência que propunha Moscou a fim de que o país saísse da crise, aponta.

No caso da Venezuela, aponta Goldstein, Washington pretende estabelecer uma "democracia" de oligarcas capitalistas mediante a organização e financiamento de grupos violentos que promovem a violência e assassinatos nas ruas de Caracas e outras cidades.

Felizmente o povo venezuelano, diferentemente do ucraniano, mobiliza-se para defender a Revolução Bolivariana do falecido presidente Hugo Chávez, quem tomou o controle dos rendimentos da enorme renda petrolífera e a destinou para empoderar as massas e melhorar suas condições de saúde, educação e de vida a grande escala, destaca.

Não obstante, os antecedentes que confirmam o aberto apoio da Casa Branca aos movimentos contrarrevolucionários e golpistas no Chile, Nicarágua, Guatemala e El Salvador deve chamar a atenção dos latino-americanos e levar a sério estas ações desestabilizadoras para evitar que cumpram seu propósito, adverte o intelectual.

acl/lr/cc
Modificado el ( domingo, 02 de marzo de 2014 )

 

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